Faz-se em casa, em 15 minutos. Abaixo, cada ecrã e onde carregar.
Pedir o cartão — passo 1 de 8O cartão de residente torna o bilhete gratuito — mas continua a ser preciso reservá-lo antes de cada caminhada. Sem reserva, a coima é a mesma que a de um turista.
É assim que se regula a afluência às levadas: o dia está dividido em períodos de 30 minutos, do nascer ao pôr do Sol. Os residentes têm quota própria, separada da dos turistas.
À entrada mostra três coisas: o bilhete, o cartão de residente e um documento com fotografia.
Abre simplifica.madeira.gov.pt e autentica-se com a Chave Móvel Digital. A conta é criada no primeiro acesso.
Abrir o SIMplifica — o serviço do cartãoÁrea Mobilidade, serviço «Emissão do Cartão de Residente na RAM». O portal verifica logo se já tem cartão válido.
Escreva o email e o telefone — é para esse email que o cartão chega. Em baixo há duas caixas com asterisco, ambas obrigatórias: o compromisso de honra sobre as regras do subsídio do Porto Santo e o consentimento de dados. A referência ao Porto Santo não o obriga a nada — o cartão nasceu para esse subsídio.

Nome, data de nascimento, NIF e morada vêm do perfil, em campos cinzentos que não se editam. Confira-os à vista. O bloco «Preencher apenas no caso de Cartão do Cidadão» é só para quem tem Cartão de Cidadão português. Não tem — deixa em branco e avança.

O portal assinala «Residente» à partida. Isso é para cidadãos portugueses. Sendo estrangeiro com título de residência, mude para «Estrangeiro residente». É a armadilha principal do formulário. «Residente equiparado» é um caso raro, para quem é legalmente equiparado sem cá estar registado.

Quatro campos: número do documento, digitalização do documento, comprovativo do NIF e comprovativo de residência há mais de seis meses. Mais o país de origem, escolhido da lista.

O documento óbvio é o atestado de residência da Junta de Freguesia, que declara há quantos anos mora na freguesia. Vale três meses, custa alguns euros, obriga a deslocação.
Há um caminho sem deslocação, e resultou: certidão de domicílio fiscal do Portal das Finanças mais um segundo documento com data anterior — um recibo da AIMA antigo, um contrato de arrendamento, um título de residência anterior. Juntos mostram a morada e o tempo. O pedido foi deferido sem perguntas.
Com honestidade: é um caso confirmado, não uma garantia. Sem documento com data anterior, peça o atestado.

Carrega em Seguinte e o estado passa a «Aguarda validação AMA» — um técnico analisa. No nosso caso: submetido às 11:42, deferido às 15:30 do mesmo dia. Chega um email «Processo de validação de residência — Deferido» com o certificado em PDF e um ficheiro .pkpass. Abra o .pkpass no telemóvel e o cartão entra na Wallet.

Serviço «Pagamento de Taxas para acesso aos Percursos Pedestres Classificados», no mesmo portal. Escolhe o percurso, a data e o período de meia hora, e descarrega o bilhete. O residente não paga nada. Antes de sair, confirme no sítio do IFCN se o percurso está aberto — encerram com frequência depois de chuva. Entrar num percurso encerrado é outra infração: coima de 250 euros, paga no local.
simplifica.madeira.gov.ptIgor Kartuzov, SeedWave. Fiz este percurso a 8 de setembro de 2026: pedido às 11:42, cartão às 15:30. Todos os ecrãs abaixo são do meu pedido, com os dados pessoais tapados. Dúvidas — no LinkedIn.